por Vinicius Carlos Vieira
17 de janeiro de 2018

E nfim chega o momento que todo cinéfilo mais adora, enumerar os 10 melhores filmes do ano anterior. Mas esse ano por aqui no CinemAqui tudo vai ser um pouquinho diferente. Não muito diferente, mas ainda assim diferente.

A primeira mudança foi a participação de um monte de convidados especiais para juntar esses dez filmes. Daqui do CinemAqui, tem a Mariana Gonzáles, o Wanderley Caloni e o Ricardo Vieira da Silva (e eu, lógico). Já diretamente do Cinéfilo em Série (e também do Cinemacast!), tem o Daniel Oliveira.

A outra novidade é que não ficaremos por aqui enchendo seu post de nada a não ser o resultado da briga entre nós cinco para chegar a esses 10. Portanto, além do Top 10 Filme de 2017 logo adiante no post, você ainda pode (e deve!) baixar um e-book especial que mostra não só os dez filmes, como ainda as escolhas de todos participantes, uma lista com todos filmes citados e, para fechar, um texto especial para cada um dos finalistas.

Por fim, a última novidade é que a briga pelos filmes entrarem na lista foi tão grande que o Top 10 se tornou um Top 11.

Confira então a lista final (em ordem alfabética) e não esqueça de baixar o livro clicando aqui.

1. Blade Runner 2049 (“Blade Runner 2049”, dirigido por Dennis Villeneuve)

Blade Runner 2049
Era óbvio que qualquer continuação de clássico do cinema sempre vem carregada de insegurança, por outro lado, o caminho do diretor canadense foi fugir do óbvio e buscar levar o espectador mais profundamente ainda no mundo criado por Ridley Scott. A trama agora segue “K” (Rian Gosling), um caçador de androides que descobre um detalhe sobre seu passado e acaba colocando em jogo sua certeza de ele próprio ser um androide. [crítica]

2. Corra! (“Get Out!”, dirigido por Jordan Peele)

Corra!

Quando um cara negro viaja para conhecer a família de sua namorada branca, o resultado poderia ser uma série de possibilidades, mas nem todas delas transforma o filme em um poderoso terror com ares de ser a maior crítica social que o cinema viu no ano. [crítica]

3. Dunkirk (“Dunkirk”, dirigido por Christopher Nolan)

Dunkirk
Nolan cria quase um clássico automático sobre um dos momentos mais desesperadores da Segunda Guerra Mundial. Para isso, mostra um emaranhado temporal onde só a sobrevivência faz sentido. [crítica]

4. O Filme da Minha Vida (“idem”, dirigido por Selton Mello)

O Filme da Minha Vida
Terceiro filme de Mello, é uma sensível experiência sobre perdas e o quanto o passado pode ser doloroso quando ele se torna verdade. Nela, um jovem volta para a sua cidade natal depois de ser formar, mas, no mesmo dia, seu pai o abandona por algum motivo misterioso. [crítica]

5. It: A Coisa (“It”, dirigido por Andy Muschietti)

It: A Coisa
Adaptação de um dos livros mas vendidos de Stephen King, It se tornou mania e elevou mais ainda o palhaço/monstro Pennywise ao posto um dos melhores vilões do gênero. E contra ele, um grupo de seis jovens precisam enfrentar seus maiores medos para acabar com essa ameaça sobrenatural. [crítica]

6. La La Land: Cantando Estações (“La La Land”, dirigido por Damien Chazelle)

La La Land
Ainda que não tenha ganhado um Oscar “por pouco”, talvez tenha sido o filme da “temporada passada” que mais manteve o tamanho e a importância da época. O segredo talvez esteja no cuidado visual e narrativo de Chazelle e da vontade de não só homenagear alguns clássicos do gênero, como ainda contar essa história de amor entre esse casal que busca seus sonhos, mas que talvez seja atrapalho pelo destino e seu gosto amargo. [crítica]

7. Logan (“Logan”, dirigido por James Mangold)

Logan
Depois de mais de uma década de Hugh Jackman na pele de Wolverine, Logan é esse “canto do cisne” que mistura o universo do mutante canadense com uma espécie de faroeste moderno e melancólico, onde o herói precisa levar uma jovem mutante (e um “velho amigo”) para um “paraíso”, isso enquanto fogem de uma equipe de mercenários. [crítica]

8. mãe! (“mother!”, dirigido por Darren Aronofski)

mãe!
Não existe ninguém que saia de “mãe!” sem ter uma opinião. Talvez odeie, talvez ame, mas a grande verdade é que, de qualquer jeito, sente, e é isso que o diretor quer. mãe! é um filme para ser sentido, para ter suas camadas descascadas e para que as diversas opiniões sobre ele sejam discutidas. Na trama… bom… tem uma mulher (Jennifer Lawrence) e tem um homem (Javier Barden), o resto é alegoria (na verdade só isso ai já é!). [crítica]

9. Mulher Maravilha (“Wonder Woman”, dirigido por Patty Jenkins)

Mulher Maravilha
O mundo dos homens precisa de alguém para salvá-los, e a Mulher Maravilha é essa opção. Um filme de super-herói que para muitos é o primeiro, desde o clássico Superman de 1978, a trazer de volta ao gênero esse sentimento de esperança que só um super-herói consegue passar. [crítica]

10. A Qualquer Custo (“Hell or High Water”, dirigido por David Mackenzie)

A Qualquer Custo
Ben Foster e Chris Pine são dois irmãos em uma jornada pelo interior dos Estados Unidos onde o objetivo final é uma série de roubos a banco. Mas quando os policiais vividos por Jeff Bridges e Gill Birmngham começam a persegui-los, tudo parece tomar contornos muito mais profundos. “Profundos” o suficiente para transformar essa trama simples em um dos filmes mais interessantes do ano. [crítica]

11. Star Wars – Os Últimos Jedi (“Star Wars: The Last Jedi”, dirigido por Rian Johnson)

Star Wars - Os Últimos Jedi
Muito gente odiou, principalmente muitos fãs da franquia. Parece que muita mais gente amou. Mas o que importa é que Johnson cria um leque de possibilidades para a saga e acompanha seus quatros novos protagonistas em momentos que definirão seus papeis dentro da grande batalha que deve vir a seguir. [crítica]

E agora corra para baixar o ebook e conferir o TOP 10 completo!

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