Novo Resident Evil pode seguir o jogo


O título do texto pode parecer provocador, mas não é. Bom… talvez um pouco ele seja sim, já que depois de seis filmes, a única certeza da franquia comandada por Paul W.S. Anderson é que o jogo de video game ficou perdido em algum lugar de suas referências.

Como era de se esperar, a franquia, obviamente, deve mesmo ter um reboot. O primeiro tratamento desse roteiro ficou nas mãos de Greg Russo (que também está escrevendo o novo Mortal Kombat) e ele acabou de entregar essa primeira ideia para os chefões do filme, incluindo James Wan (Sobrenatural e Invocação do Mal), que surge com um dos produtores desse novo momento da série.

Em entrevista para o site Discussing Film, Russo afirmou que era fã da franquia, “trabalhar nela tem sido realmente divertido”, e completa: “Eles fizeram seis filmes, então quando você vai fazer um reboot, tenta fazer algo diferente e não simplesmente uma copia”. Para ele, esse “algo diferente” está, justamente, no terror.

Russo afirmou que seu primeiro tratamento chega nisso ao usar como referência o mais recente jogo da série, Resident Evil 7: Biohazard. “Para mim estava muito claro que eu queria fazer um filme assustador, um aos modos do estilo do Jame Wan e esse foi meu foco”, comentou Russo e completou: “Olhei para trás para entender o que fazia do jogo algo assustador e acabei percebendo que Resident Evil 7 tinha isso, o que se tornou a base de comparação para meu tratamento do roteiro”.

Resident Evil 7: Biohazard foi lançado no ano passado e, ao invés de continuar a história envolvendo os zumbis e a Umbrella (pelo menos não logo de cara, mas não se preocupe que as referências estão por lá!), mostra um homem em busca de sua esposa desaparecida, mas que acaba dando de cara com uma família perigosa que mora em uma mansão assustadora no meio do nada. Esse sétimo jogo tinha como diferença principal ainda uma mecânica que deixava de lado a ação a apostava no terror em primeira pessoa.

Mas isso tudo não quer dizer que Russo sequer continue na produção. Ao que tudo indica, o roteirista já estava trabalhando no texto antes da chegada de Wan na produção. “Trabalhei no reboot durante um ano (..) entreguei o tratamento para os produtores, sei que eles ficaram felizes e que irão fazer o filme”, afirma Russo. Já a certeza de quanto do seu texto foi aproveitado, ele e nós só iremos ficar sabendo quando o filme chegar aos cinemas.

 

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